sexta-feira, 29 de julho de 2011

O cotidiano e seus encantos

Olá queridos,
eu queria comentar um fato que resume bem, além do amor, a cumplicidade que existe entre eu e o Marcos. No sábado passado, antes de ir almoçar na casa da Maria Alice, ainda na casa do meu pai eu me arrumava para o almoço, para a reunião da decoração do casamento e para o chá de panela da Marcelinha (um realmente seguido do outro). Para três eventos tão importantes, queria me vestir de acordo e escolhi um sapato preto de camurça altíssimo e sola meia pata. Uso pouco esse sapato porque ele não é amigo do busão, meu eterno meio de transporte. Também porque meus dedos do pé são meio longos demais... sem meia, quando tento colocar o sapato eles se dobram na sola e é muito dolorido andar com os dedos dobrados (coitadas das gueixas!!). Bom, o episódio foi o seguinte: eu queria colocar os sapatos mas sem meia calça, e meus dedos não conseguiam escorregar para dentro do sapato. O Marcos, vendo minha dificuldade, correu atrás de esparadrapos e colou na sola do meu pé nos três dedos que dobravam ao entrar no sapato. Assim eu consegui colocar todos os dedos dentro do sapato sem que eles dobrassem e sem estar de meia.

Parece uma coisa banal ou burra demais da minha parte não ter pensado nisso. Mas não pareceu dessa forma para mim (talvez a parte da burra sim... rsrsrs), depois eu fiquei pensando naquela clássica imagem do cara que nem se importa com o que a namorada esteja vestindo contanto que esteja de acordo com a situação. Nessa situação eu vi justamente o oposto, talvez um capricho meu querer usar o sapato, ele poderia dizer para eu usar qualquer outro, que isso não fazia diferença, mas não foi isso que ele fez... ele entendeu e me ajudou.

Talvez algumas pessoas não entendam esse post (principalmente os homens) mas as mulheres que já passaram por situações de descaso e desinteresse por parte dos parceiros nesse assunto, vão entender a diferença.
(só para ilustrar os sapatos, ok homens?)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Letuce e Tribo de Gonzaga: Não é um festival, vai rolar no nosso casamento!!


Olá meus queridos,
essa boa notícia acima não é pegadinha, vai realmente acontecer. Lucas e Letícia tinham perguntado sobre essa possibilidade ainda no jantar de noivado, que rolou lá em outubro do ano passado. Já a Tribo era um sonho meu, relativamente distante que veio a se tornar realidade na última terça.
Com detalhes e pendências à parte, uma versão voz e violão do Letuce cantará um setlist romântico, Lucas de Vasconcellos e Letícia Novaes prometem uma participação marcante que jamais sairá da memória dos convidados. Já a Tribo, virá para fazer TODOS irem parar na pista de dança, com o melhor do forró e suas composições próprias que são igualmente lindas.

Eu não preciso dizer o quanto lisonjeados nos sentimos por essa confluência incrível que os convidados também poderão experimentar. Agradeço desde já a predisposição do meu cunhado e Letícia prepararem esse momento para nós, e também a toda a Tribo por querer transformar meu sonho em realidade.
O quê? Você não conhece o trabalho lindo das duas bandas? Não seja por isso... lá vai o myspace das duas para você já ir curtindo. E não se esqueça de aprender a dançar forró para arrasar na pista.




domingo, 10 de julho de 2011

No bloco e no Blog

Hoje fui na pousada onde o casamento será realizado. Um dia frio e lindo marcou uma agradável conversa de planos e ideias a respeito da decoração da cerimônia e da festa. Nossos decoradores, meu tio Eduardo e sua esposa Jane do Gonzalez e Cia. me orientaram sobre como tantas ideias poderiam sair do papel. Mas antes deles chegarem, no meu medo extremo de atrasar por conta do incrível transporte público petropolitano, eu pude aguardar na pousada por meia hora e desfrutar da beleza da paisagem. Escrevi essas palavras enquanto esperava.


Hoje é um lindo dia domingo de sol em Petrópolis, porém estou de sobretudo preto e blusa de lã. Neste belo dia de inverno eu estou no local onde pretendemos nos casar. O vento está gelado mas só o meu rosto está descoberto, o sol esquenta meu casaco preto mas não o suficiente para me deixar com calor. O lugar definitivamente me agrada muito. Estou aguardando o tio Eduardo, tenho várias ideias díspares, o papel dele é harmonizar e concretizar essas ideias. O engraçado é que já pareço ouvir o show de forró e ver os convidados se divertindo. A pousada está impecável na área externa, eu só cortaria um capim do terraço acima da piscina que estraga um pouco a paisagem.
O salto do meu sapato não afundou na grama, achei ótimo, o sapato que pretendo mandar fazer terá uma salto ainda mais grosso do que esse.
Ah, hoje faz seis anos que o Marcos me pediu em namoro, fofo né? O tio Eduardo chegou...


Tenho um bloco com todas as informações sobre os preparativos do casamento. Nele, eu e o Marcos escrevemos também sobre as impressões de organizar um evento tão importante para nós. Esse texto em itálico foi copiado deste bloco fiel.

sábado, 2 de julho de 2011

Seis domingos

Nó último dia 25, há uma semana, completamos seis anos de namoro. Comemoramos no mesmo lugar onde esse namoro começou. (tá, não era namoro, era ficar, porque somos moderninhos, mas não faz diferença).

No Palácio de Cristal, em plena Bauernfest. A festa do camponês alemão, lá em Petrópolis, nossa cidade natal.

No dia 26 pusemos nossos trajes alemães, acordamos "cedo" no domingo para desfilar pela cidade.

Amanhã a festa desse ano acaba. Eu já estou de novo aqui em São Paulo.

Na primeira vez, há seis festas atrás, era a Iara que ia para longe quando chegava segunda-feira... Ia para Seropédica, na UFRRJ.

A história vive se repetindo, a Bauern vive se repetindo e a gente vive se reinventando.

Sempre me vem à cabeça a música Domingos, feita pelo amigo @felipespeck. "Triste são só os domingos que vou partir". Dá para ouvir aqui. E eu recomendo demais.

(Eu não faço ideia de quem são essas meninas que aparecem no video, minimize a janela e ouça música.rsrs)